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Faça diferença nas vendas
Artigo escrito para o Colher de Chá, edição Novembro/2009 - acessem: www.grupotriunfo.com/consultoria “Nada acontece até alguém vender alguma coisa” Red Motley Durante muito tempo vendas foi considerada uma das áreas menos estudadas e mais indisciplinadas de uma empresa, mas isso é passado! Os tempos mudaram, muita coisa mudou, mas a profissão vendedor continuou sendo imprescindível nas organizações., afinal, como afirmou Red Motley: “nada acontece até alguém vender alguma coisa”. No cenário atual, onde o mundo ainda se recupera da grave crise do crédito que abalou a economia de diversos países as equipes de vendas despontam como um papel poderoso em relação à movimentação da economia mundial. Para isso, as empresas têm investido na atração, retenção e capacitação de equipes de vendas de alta performance que muito mais do que “marcar presença” e “vender a qualquer custo” difundem a marca da empresa, aumentando sua visibilidade de forma positiva, e traz rentabilidade através de vendas de valor agregado. Assim estudar a área de vendas tem sido um grande desafio: basta olhar em volta que é possível notar que muitas das grandes e inteligentes corporações já possuem áreas exclusivas de produtividade de vendas. Minimizar esforços e atrair resultados, trabalhando mais com a “cabeça” do que com as “pernas” requer também muita disciplina, afinal é preciso fazer diferente para fazer a diferença, somando ao “talento” uma eficiente administração de vendas. Num mercado em “recessão” a quantidade vem sendo substituída pela qualidade. Não é a toa que muito se fala sobre Gestão de Contas de Chave, Inteligência de Mercado e Propostas de Valor. Ou seja, aumentar a participação em clientes através de uma gestão eficiente de sua carteira, colocando-se como parceiro do negócio tem sido uma estratégia cada vez mais utilizada por empresas para reter e conquistar novos negócios. Além disso, a busca inteligente de novos clientes, iniciativas de up sell, vendas cruzadas e ações eficazes de cobrança têm sido excelentes alternativas para a sobrevivência em tempos difíceis. Se vender é uma arte, ela o é no seu sentindo mais amplo e não pejorativamente como oposição a ciência. É arte no sentido de habilidade ou disposição dirigida para a execução de uma finalidade prática ou teórica, realizada de forma consciente, controlada e racional. E como diria Jeff Immelt, CEO da General Eletric “Nos dias de hoje, o vendedor precisa ser um ESPECIALISTA em Produtividade de Clientes.”
Categoria: Artigo
Escrito por Carol Manciola às 15h58
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Novas Aspirações, Novas Inspirações
Muito inspirada mesmo. Ao ponto de deicidir retomar esse blog (quase) abandonado! Segue novo artigo que inspira a retomada!
Novas Aspirações, Novas Inspirações Um ser humano adulto inspira cerca de 20 vezes por minuto, ou seja, durante o dia, são cerca de 28.800 inspirações. Esse é um processo vital e complexo, afinal o ar tem um longo caminho a percorrer até chegar aos pulmões. É por ai que tudo começa: ao nascer, inspiramos pela primeira vez; ao morrer, expiramos pela última. Você pode estar achando estranho, mas esse artigo não visa tratar da fisiologia do corpo humano, nem tampouco sobre suas estatísticas, mas de algo inerente a nossa existência e primordial ao nosso desenvolvimento; ele é uma devolutiva de um processo, de um entusiasmo criador. Poderia passar dias falando sobre esse assunto, afinal estou realmente inspirada, porém tratarei de forma sucinta sobre o objeto desse artigo: novas aspirações demandam novas inspirações. Como diria Albert Einstein “é insano desejar resultados diferentes mantendo-se o status quo”, mas é fato que algumas pessoas insistem nisso. Talvez por falta de motivação, talvez por falta de dedicação ou, quem sabe, simplesmente, porque a mudança não se faça assim tão necessária (ou sua necessidade ainda não seja tão explícita)... Para que não se tornem devaneios, é importante buscar fontes que estejam alinhadas ao nosso propósito, até porque existe uma alta probabilidade de dispersão em meio a tanta informação, a tantas minas de inspiração. É nessas horas que o foco faz diferença, pois sabendo aonde se quer chegar é mais fácil decidir por qual caminho seguir e quais obstáculos estamos dispostos a superar. É nessa hora que você deixa de ser refém do destino e passa a protagonizar sua própria história. Afinal, quem não gosta de olhar para trás e vangloriar-se de suas realizações? Melhor ainda é olhar pra frente e perceber o quanto ainda temos para realizar. Acontece que muitas vezes nos confinamos em nosso mundinho e perdemos um mundão de oportunidades. Isso me lembra o excerto da música que inspirou meu nome: “o tempo passou na janela e só Carolina não viu” (talvez seja por isso que eu faça questão de sempre viajar na janelinha do avião, risos). É preciso estar atento ao que ocorre a nossa volta, extrair daqueles que admiramos o seu melhor, aprender com erros e acertos e estar preparado para colher aquilo que se plantou. Me disseram uma vez: “cuidado com aquilo que você pede, pois isso pode se tornar realidade”. Nesse “conselho”, sugiro substituir o “cuidado com” para “prepare-se para”, pois oportunidades são criadas e estando-se preparado para aproveitá-las “o mundo se afasta e dá passagem para o homem que sabe aonde vai” (David Star Jordan). O medo do novo sempre vai existir, mas isso não pode ser um empecilho às nossas aspirações. O medo precisa ser positivo, afinal ele tem um papel de regulador para nos proporcionar um equilíbrio. Ele contribui para que determinemos a intensidade das nossas ações e nos força a tomar uma atitude e agir é atuar no presente para criar o futuro. Melhor dizendo, o presente é o que temos em mãos para fazer nossa história. É nele que precisamos operar buscando novas inspirações que nos guiem ao nosso “destino”, às nossas novas aspirações. Para isso novas capacidades precisam ser adquiridas, alguns comportamentos e crenças revistos lembrando sempre que “aquilo que nos trouxe até aqui, quase sempre é insuficiente para nos levar mais longe”. *Carolina Manciola é gerente de Consultoria e Treinamento da Triunfo (www.grupotriunfo.com), sua atual e mais profunda fonte de inspiração. Atua também como consultora e palestrante já tendo ajudado mais de 8 mil pessoas a se inspirar ao longo de sua carreira, nas áreas de vendas e atendimento, comunicação e gestão. Referências biográficas: Minha mãe, Rita, meu pai, Cezar, minhas irmãs Camila, Luísa e Marina, meu marido, Fernando, meus quase pais, Jael, Edson, Regina e Claudio, os amigos de alma Ivana Fadul, Thiago Fernandes, Cristina Siquara, Naiana Buck, Fernanda Mutti, Vanessa Mensitiere, Bruno Porto e Antonio Amorim, os “chefes” Garrido, Maiara, Hermon e Scher Soares e tantas outras pessoas que me inspiraram e vão continuar me inspirando a ser uma pessoa cada vez melhor.
Categoria: Artigo
Escrito por Carol Manciola às 20h55
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Andar de avião...
Na minha infância, toda viagem era uma festa, principalmente, as que íamos de avião. Mamãe e papi arrumados, nós eufóricas, sonhando com aquele lanche gostoso e com mais uma visita a cabine do piloto!
Como as coisas mudam! Hoje viajar de avião é cada vez mais desgastante: vôos que atrasam, vôos lotados, cadeiras desconfortáveis, sanduíches sem gosto, filas quilométricas... como diria Caco Antibes, personagem de Miguel Falabella no Programa Sai de Baixo: "uma visão do inferno".
E imperssionante a falta de respetito que têm as companhias aéreas com seus passageiros. A Tam por exemplo, tem o lema "prazer em servir"... só se for cafezinho e olhe lá. Lá se foi aquele estereótipo de aromoças bonitas e gentis...A Gol então... chegou com o modelo de passagens econômicas, mas... hoje continua economizando no lanche e aumenta o valor das tarifas...
O que era um prazer hoje virou tortura! Após 11 dias de viagens consecutivas nunca imaginei desejar o trânsito de São Paulo outra vez...
Escrito por Carol Manciola às 14h27
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Como contratar um palestrante para seu evento de final de ano
Muitos gerentes, coordenadores e analistas de treinamento se deparam com uma importante questão no último trimestre do ano: como decidir quem será o palestrante para o evento do final de ano?
Pensando nisso, seguem algumas dicas com aspectos que devem ser observados na hora decidir por um palestrante. São eles:
- Conteúdo: descubra o nível de conhecimento que tem o palestrante sobre o conteúdo: ele tem muitos exemplos sobre o assunto? É alguém que vivenciou o assunto? Tema: o tema pode ser específico ou genérico, o importante é que ele esteja alinhado ao objetivo da apresentação. Essa é uma palestra para motivar, engajar, criar sinergia, levar a reflexão, dar uma “chacoalhada” nas pessoas, mostrar que uma pessoa com bem menos recursos conseguiu algum feito? - Público: para quem essa palestra será ministrada? Qual o nível de conhecimento do público acerca do assunto? São pessoas que já assistiram muitas palestras, ao longo de sua carreira, ou que têm poucas oportunidades como esta? São pessoas “abertas” ou “fechadas”, gostam ou não de brincadeiras e interação? - Forma: como diria o publicitário Nizan Guanaes: “marketing sem conteúdo é picaretagem e conteúdo sem marketing é burrice”, ou seja, de nada adianta uma palestra show que não cumpra seu objetivo como uma palestra altamente técnica onde as pessoas contem os minutos para seu final. Independente do palestrante e do tema a apresentação tem que ser prazerosa. - Estilo: qual o estilo do palestrante: formal, “escrachado”, durão...? O palestrante deve entrar rapidamente em sintonia com a platéia. Alguns, após lerem seu currículo com tantas denominações ao invés de admiração, acabam intimidando a platéia. - Apresentação: que recursos ele utiliza em sua apresentação: slides, músicas, dinâmicas? O que ele costumar colocar nos seus slides: frases prontas, filmes, conceitos, imagens engraçadas? Alguns palestrantes ainda são contra a utilização desse recurso e se vangloriam dizendo que ganham a platéias no “gogó”. Como o público um misto de pessoas auditivas, visuais e sinestésicas, quanto mais estímulos melhor será absorção da mensagem. Por outro lado, existem aqueles palestrantes que abusam do recurso e restringem-se a fazer pequenos comentários sobre o que é projetado. Procure alguém que consiga equilibrar o que é dito, com tom e velocidade, além do gestual, é claro. - Experiência: que experiência tem o palestrante sobre tema? É alguém que fala com propriedade por já ter vivido situações como as do público ou alguém que estudou muito o assunto? O que ele vai fazer com sua experiência durante a palestra: relatá-la, contar sua história de vida ou de sucesso, ou vai utilizá-la como pano de fundo para ilustrar o tema escolhido? - Customização: ao contratar um palestrante, normalmente contrata-se sua palestra “X”. Nem todos os palestrantes são abertos a reuniões de briefing, mas se isso for importante para sua empresa, procure alguém que esteja disposto a falar a língua da sua equipe e customizar sua palestra a realidade de sua organização. - Celebridade?: na hora de contratar artistas e celebridades alguns cuidados são importantes, principalmente, porque essa é uma palestra onde, muito provavelmente, será contada sua história de sucesso e superação. Tenha cuidado, palestrantes como esses são ideais para determinados tipos de evento, mas não para todos. Avalie bem os prós e contras na hora de contratar uma celebridade. - Referências: a maioria das contratações vem por indicação. Outra forma de conhecer melhor um palestrante é colocar seu nome no Google e obter informações que vão além daquelas que foram selecionadas para seu site. Orkut, Via6 e outros sites de relacionamento também são boas referências, pois lá são deixados depoimentos espontâneos das pessoas acerca do seu trabalho.
Esteja seguro na hora de contratar o profissional que será o porta voz da empresa no evento de final de ano. Observe outros pontos como autenticidade, histórico de comprometimento e pontualidade, senso de humor e talento. Muitas vezes, pode parecer uma contradição, porém o sucesso de uma palestra depende não só de quem fala, mas muito também de quem contrata. Por isso, contrate com sabedoria e cerque-se de todos os detalhes.
No site da Triunfo Consultoria e Treinamento (www.grupotriunfo.com) você podem encontrar o palestrante o ideal para seu evento.
Categoria: Artigo
Escrito por Carol Manciola às 20h07
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Qual o seu recorde? Gente, escrevi esse artigo especialmente para o jornal informativo da Triunfo, o Colher de Chá, e por causa exclusividae inicial acebei esquecendo de publicá-lo aqui. Confiram! Qual o seu recorde? Segundo o dicionário Houaiss, a palavra recorde significa “proeza desportiva verificada oficialmente e que sobrepuja o que foi feito anteriormente“. Em tempos de olimpíadas, essa é uma palavra que nos acompanha diariamente. Afinal alguns competidores ganham mais do que medalhas de ouro: eles se tornam recordistas olímpicos. E o que leva um atleta a buscar a superação? Destaque? Fama? Dinheiro? Tudo isso é conseqüência. O que realmente motiva um atleta é sua paixão por aquilo que faz. Por extensão, a palavra recorde também significa “o que ultrapassa uma realização precedente”. Ou seja, os recordes não estão restritos ao mundo dos esportes e muito menos a feitos mensuráveis numericamente. Então, bater um recorde também significa fazer melhor. Fazendo uma analogia com o mundo corporativo talvez seja essa a diferença entre as pessoas de sucesso e as que ficam a margem da organização: aquelas estão sempre batendo recordes. Como nos esportes, a motivação desses profissionais é a paixão: paixão pelo que fazem, por suas realizações, por seus resultados. Do mesmo modo que os atletas que treinam a exaustão, essas pessoas são extremamente dedicadas e sabem que, para se diferenciar, precisam fazer além do combinado. Muito mais do que cumprir tarefas, essas pessoas são obcecadas por resultados extraordinários. Isso não significa ser um workaholic e deixar para trás seus “anseios” pessoais. Isso significa ser um worklover e confundir trabalho com diversão. Segundo pesquisa realizada pela Universidade de Brasília (UNB), “Estar satisfeito com o que se faz é uma das maneiras essenciais de uma pessoa adulta ser saudável, já que o trabalho - que toma a maior parte do dia - certamente tem influência sobre a saúde mental do indivíduo”. Nos esportes, como no mundo corporativo, bater um recorde é mais que superar limites, é vibrar a cada nova conquista, é desejar a sensação de fazer melhor do que já foi feito, de ir além de onde outros já foram. Para isso, some talento, dedicação e paixão... e Triunfe! *Carolina Manciola é Gerente de Consultoria e Treinamento do Grupo Triunfo.
Categoria: Artigo
Escrito por Carol Manciola às 16h06
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Como fazer reuniões eficazes
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Após participar de uma reuniõa, sempre saio com a seguinte pergunta: o que eu poderia ter feito para que essa reunião fosse mais proutiva. Fuçando na internet achei um texto ineterssante que gostaria de compratilhar com vocês. Segue:
7 Estratégias para uma Reunião Eficaz Tom Terez | |
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Eu tenho grandes planos para esta coluna. Eu estaria escrevendo sobre um excitante, encantador e energizante assunto. Mas alguma coisa aconteceu que mudou isso alguma coisa que me faz ter um prazer tão grande como uma cirurgia abdominal: Eu fui participar de uma reunião. |
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Mais especificamente: Eu fui aprisionado em uma reunião. Nas dolorosas últimas duas horas, durante as quais eu me tornei convencido de que as leis da física foram de alguma maneira quebradas e causaram uma parada no tempo. Eu achei aquela reunião horrível. |
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Milhões de pessoas são da mesma forma trancadas em reuniões que são ladrões de tempo a cada dia de trabalho. De acordo com uma pesquisa recente realizada pela BetterWorkplaceNow, as pessoas gastam uma média de 9 horas por semana em reuniões. O que dá aproximadamente 500 horas por ano e quem saberá quantas aspirinas. |
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Enquanto as reuniões não são o assunto mais excitante, elas são importantes porque elas preenchem boa parte do seu tempo. Mesmo que algumas melhorias aqui ou ali possam traduzir em reuniões melhores, mais rápidas e com menos dores de cabeça. |
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Minha recente experiência de 2 horas teve as armadilhas típicas de uma reunião: uma caixa de Donuts, café, uma bela mesa de conferência, conversa fiada sobre nada em particular. Eu era como um visitante para compartilhar alguns pensamentos sobre grupos de focalização com funcionários, mas ela se tornou mais uma reunião que foi preenchida com outros itens fora da agenda. |
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Estou enviando nesta coluna algumas estratégias. Primeiro, conduza uma verificação de realidade sobre o que está acontecendo em suas reuniões. O que está funcionando, o que não está e por que? Então faça alguma coisa sobre isso. Aqui estão 7 idéias prontas para uso, em caso de necessidade: |
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Se você não tem um propósito claro sobre a reunião, não faça a reunião. É impressionante quantas reuniões são feitas porque sempre foram feitas. Os grandes réus são aqueles algum dia, algum tempo que as pessoas entalham em seus calendários. Para cada reunião, tente vir com um declaração convincente que descreva o propósito da reunião e identifique no mínimo 1 resultado esperado. Se nada que vale a pena, vir à tona, a mesma coisa acontecerá na reunião. |
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Faça uma pauta com seriedade, mas não muito seriamente. Existem vezes quando desvios de rumo são benéficos e certas questões que devem ser priorizadas. É um julgamento que deve ser feito toda vez, mas algumas vezes a pauta pode ser jogada pela janela. |
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Não use reuniões para tomar decisões que já foram tomadas. Vamos encarar os fatos, alguns gerentes convocam pessoas e tentam fingir uma decisão de grupo, quando ela já foi previamente decidida (Claro que você nunca viu isso!). As pessoas vêm equipadas com poderosos indicadores para manipular o grupo. Se você simplesmente quer informar alguma coisa, salve tempo de todos e use um memorando interno ou e-mail para fazer isso. |
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Reconheça o poder do diálogo, e construa ele nas suas reuniões. Quando seis pessoas estão em volta de uma mesa, é como ter seis supercomputadores prontos para ação. De fato, as pessoas são bem melhores computadores porque elas têm corações. No caso de conduzir a reunião, facilite a sessão. No lugar de fazer afirmações, faça perguntas. No lugar de fazer objeções, faça mais perguntas. |
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Observe você mesmo. Eu estou falando demais? (Com cinco pessoas na reunião, você precisa de um excelente motivo para falar mais de 20% do tempo). Você está evitando participar? (Se sim, não reclame depois das suas idéias nunca serem ouvidas). Você está ouvindo para entender ou está apenas coletando informação suficiente para criar um contraponto? O que você diria sobre você se você estivesse sentado do outro lado da mesa na sua frente? Se você não pode ser objetivo ou honesto com essas questões, pergunte para um amigo que está na mesma reunião. |
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Amarre cada reunião com uma avaliação do grupo. Chame o grupo para si e faça um feedback do que aconteceu na reunião. O que poderia ter sido melhor, o que pode ser feito diferente na próxima reunião. Comprometa as pessoas em melhorias práticas nos próximos encontros. |
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Anote com inteligência. Uma reunião de uma hora de duração deve preencher uma ou duas páginas de anotações no máximo, essas devem ser circuladas aos participantes em até 2 dias depois da reunião. Use essas anotações para acompanhar e divulgar os principais pontos da discussão, decisões e acordos. |
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Tom Terez é palestrante, instructor e autor do livro: 22 Keys to Creating a Meaningful Workplace. 22 chaves para criar um local de trabalho significativo. | | | | | |
Escrito por Carol Manciola às 16h04
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Quem prega aplica?
Semana de CONARH é sempre a mesma correria: dezenas de palestras, muita gente conhecida, muita gente por conhecer, stands pra visitar, brindes por todos os lados.
Esse ano uma coisa me chamou muita atenção no Congresso: algumas empresas que estão concorrendo a um ao Prêmio Top of Mind RH, promovido pela Fenix, convidavam os visitantes e congressistas para ganhar um brinde... para isso eles precisavam votar em suas empresas.
É imaginação minha ou isso é uma compra de votos?
Numa área onde tanto se fala de ética, é estranho que isso aconteça. Façam o que eu digo....
Escrito por Carol Manciola às 16h14
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"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos". Fernando Pessoa
Escrito por Carol Manciola às 13h58
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Tá dando onda!
Quando não estou no cinema, um dos meus hobbys favoritos é (ainda) alugar DVD's. Nesse feriadão tive uma grata surpresa ao assitir o filme Tá Dando Onda. O filme é em formato de desenho, mas é incrível como a linguagem é bem adulta.
Risadas à parte, o filme me fez chegar a algumas reflexões.
A primeira delas é sobre dedicação: caprichar nos meios sempre garante o fim. Não somo responsáveis pelos resultados, mas como diria Bernardinho (técnico da seleção brasileira masculina de vôlei) "temos que sair da quadra com a sensação de que demos o nosso melhor". E no filme isso fica bem claro. Seria hipócrita se dissesse que o importante é competir, mas fazer o melhor para chegar ao gran resultado é muito prazeroso. Dedicar-se a cada uma das tarefas de um processo é imprencidível. É conjunto delas que lhe levam ao resultado final e, caso ele não seja o esperado, é bom dar uma revisada no todo para identificar aonde foi que a dedicação e o empenho (ou talvez a forma) não foi suficiente. No filme, o pingüim protagonista nos mostra isso: fazer a prancha, treinar fundamentos e encarar e se responsabilizar pelos resultados é nossa obrigação. Ninguém ganha campeonato sem treino.
Outra refelxão a que o filme me levou foi a importância da amizade, ou melhor, ao que realmente é importante. Muitas vezes, na correria do dia-a-dia, tentando produzir mais, nos esquecemos do essencial, do que nos levou à busca. Reconhecimento, por parte de quem? Aceitação, a qual grupo nos referimos?
Todos almejam o sucesso, possuir tudo o que desejam, mas a felicidade, como diria o Dalai Lama, está mesmo em desejar tudo o que se possui.
Categoria: Dica de Filme
Escrito por Carol Manciola às 01h27
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Mitos de sobre São Paulo
Mito número 1: vir pra São Paulo é se praprar para perder horas no trânsito.
Gente, quando o Jornal afirma que São Paulo está com mais de 100km de engarrafamento, isso não quer dizer que as pessoas vão ficar 100km no trânsito. Isso é soma das áreas da cidade que estão congestionadas. O trânsito aqui e algo chato sim, mas o Rio Vermelho não fica atrás (e nem a Bonocô). Se você for prudente, sintonizar na Sulamérica Trânsito e tiver um horário de trabalho um pouco flexível vai perceber que dá pra conviver com o grande mal da big apple brasileira. Estou há 3 meses na city e ainda não passei por nenhuma situação de outro mundo. Dá pra evitar....
Mito número 2: é difícil dirigir em São Paulo
Sim, é difícil se você quiser em pouco tempo andar pelas "quebradas" (como eles chamam caminhos alternativos). No mais, a cidade possue grandes avenidas que a cortam e é super bem sinalizada. Um guia ajuda e a numeração aqui funciona.
Mito número 3: o custo de vida em São Paulo é absurdo
Hummm, estranha essa afirmação. São Paulo é uma cidade pra todos os gostos e todos os bolsos. Milhares de programas culturais gratuitos, aluguéis módicos (bem mais em conta que em Brasília, por exemplo), bilhete único (com uma passagem de ônibus você pega até quatro conduções) e combustível aqui é bem mais barato do que em diversas outras capitais.
Mito número 4: em São Paulo você não precisa de ar condicionado
Meu Deus, quem invetou essa história? Dia de calor em São Paulo é muito mais sufocante do que em Salvador. Nossas temperaturas (de SSA) ultrapassam raramente os 32 graus e chegam no máximo à 36. Em São Paulo dia de calor é infernal, ainda mais por causa da poluição, do ar seco e da falta de ventilação em alguns locais. Não se arrisque a comprar um carro sem ar condicionado (viu José?)
Mito número 5: O "povo"de São Paulo é "frio"
Considero essa uma questão muito relativa. Acho que isso depende de quem é você. Generalizar também é algo que me incomoda. Você gostam quando falam que o "povo" da Bahia é lento? É a mesma coisa: assim como na Bahia existe gente lenta e gente bem rápida, em São Paulo existem as pessoas mais reservadas e outras "dadas"', como gostamos de chamar.
Mito número 6: São Paulo é um lugar inseguro pra se viver
Mais uma vez, vamos evitar generalizações. Me sinto super segura em São Paulo. Em toda esquina tem polícia, cameras de seguranças, as pessoas são educadas, trabalhadoras, etc. Agora façam a conta: uma cidade 10 vez maior do que Salvador não acompanha a porcentagem nos indíces de violência...
Resumindo, se essas forem desculpas pra não vir, ou argumentos para me fazerem voltar, sorry... Gostei desse lugar!
Escrito por Carol Manciola às 01h35
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Reflexões Diárias
Existem algumas coisas que acontecem no meu dia-a-dia que me fazem refletir a fundo sobre algumas coisas. Recentemente algo me chamou a atenção e isso se refere a normas de condutas, regras de etiqueta e todos esses assuntos abordados pela Gláoria Kalil.
Estava jantando num resturante outro dia e a maneira de servir do graçom me deixou, digamos, assustada. A regra diz que ele deve sempre servir pela esquerda, comçando pela mulheres mais velhas, depois pelas novas para então servir aos homens. Eis que meu acompanhante estava sentado ao lado da parede e na hora de servir sua canja que, diga-se de passagem estava fervendo, o garçom o fez recostar para direita e ergueu aquela travessa esfumaçane sobre sua cabeça. Sou uma pessoa super positiva, mas confesso que naquele momento só minha vinha a caéça do garçom deixando a sopa quente cair sobre ele. Terrível. Fico pensando se não seria mais prudente, naquela ocasião, o garçom quebrar essa regra pensando na segurança do meu querido amigo e evitando que um desastre acontecesse, afinal essa seria uma "gafe" muito mais condizente com a situação.
Acredito que regras existem para facilitar nosso dia-a-dia e permitir um convívio social mais agradável, mas algumas vezes chega a ser um exagero as lições da boa mesa.
Será que o bom senso existe?
Escrito por Carol Manciola às 01h17
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Quem disse que a gente não se diverte? - Parte 2
Muito bom aliar trabalho e diversão. Conheço algumas pessoas que vão de um extremo a outro: ou não fazem nada ou querem fazer de tudo quando viajam a trabalho. Para algumas empresas viagens corporativas são dor de cabeça. Conheço um caso de uma empresa que pagava "diária de viagem" aos seus funcionários e que estava tendo problemas sérios, pois ao invés de hospedarem-se em hotéis, alguns funcionários dormiam no carro para economizar e não produziam o necessário no dia seguinte. Particularidades do mundo corporativo.
É importante lembrar que o objetivo da viagem é o trabalho e é a ele que devemos nos ater. É obvio que depois da tempestade vem a bonança e se for possível unir o útil ao agradável todos saem ganhando.
Eu por exemplo, fui a Recife trabalhar e tinha um vôo de volta programado apenas para às 13h do sábado. Manhã livre... adivinha como eu aprveitei? (segue a vista do quarto do hotel)

Escrito por Carol Manciola às 00h58
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Letícia
Ver a vida nascer sempre me leva a uma profunda reflexão... em pensar que já fomos daquele tamainho, com uma vida inteirinha pela frente... Me faz pensar em como seria se pudesse voltar ao começo, com um página em branco pra rabiscar... a vida não permite rascunhos, mas sempre é possível passar algo a limpo, se refazer, reinventar, aprimorar. Acredito que aí esteja sua graça: um renascer a cada dia que amanhece. Lembro da frase do Chico Xavier a qual sempre recorro: "Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim". Mais do que poético, realista, profundo.
Letícia nasceu: linda, saudável, pra, como significa seu nome, trazer alegria.
 
Escrito por Carol Manciola às 00h52
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Quem disse que a gente não se diverte?
Amo trabalhar e acho que não deixo a menor dúvida quanto isso... se tem uma decisão extremanete acertada que tomei em minha vida foi a de fazer administração e de trabalhar com gente. Mesmo falando muito (e falo mesmo), adoro ouvir, interagir, sentir e tudo isso pra mim é muito gratificantes: estar no meio de pessoas, conhecer gente a cada dia, aprender com elas...
Melhor ainda é quando além de trabalhar é possível se divertir (no sentido mais amplo da palavra). Nas minhas andanças pelo interior da Bahia, costumava fazer de cada viagem uma experiência inesquível e me enfronhar na cidade conhecer sua gentem sua cultura. Aqui em SP não está diferente. A diferença é que as viagens não são mais pro interior e sim pras capitais, as mais diversas.
Em fevereiro estive em Porto Alegre. Não conhecia a cidade, é uma graça. Tava um friozinho bom, uma chuvinha fina, mas mesmo assim não consegui fcar trancada no hotel a noite. Peguei um ônibus de turismo, que faz um tour pela cidade, e fui conhecer, mesmo que de cima e há alguns km por hora, um pouco da cidade.
Para minha surpresa (feliz) conheci nesse ônibus uma turma do Sebrae que estava recendo um repasse. Gente muita fina. Acabaram me arrastando pra um happy hour e dei muitas risadas. Seguem algums fotos:
  
 
Escrito por Carol Manciola às 00h39
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Em campo
Uma das contas que atendo aqui na Triunfo é a Sadia. Um trabalho muito gostoso e com começo, meio e fim. Começamos com um diagnóstico apurado sobre a equipe comercial do Food Services, que implicou acompnhamento de vendedores a campo, entrevistas com o target e acompanhamento das turma do TAP - Treinamento de Alta Performce, onde os vendedores entram em contato com todos os prdodutos da linha.
Essa foto foi tirada quando eu estava com (literalmente) a mão na massa na turma do Rio de Janeiro. Ao meu lado, a Camila, minha adorável cliente:

Escrito por Carol Manciola às 00h20
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